Austeridade, até proibições: As instruções que Boric enviou aos ministérios e serviços públicos | Economia

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O chefe de Estado enfatizou a todos os órgãos públicos que devem ser austeros e até detalhados nas despesas que -por enquanto- seriam proibidas.

O presidente gabriel boric e o Ministro das Finanças, Mário Marcelassinaram uma circular que enviaram a mais de 300 repartições públicas – ministérios, serviços, entre outros – com ordens claras de corte de despesas.

Na carta, constatou-se que dinheiro público não pode ser usado para financiar aniversários ou comemoraçõescom exceção apenas das comemorações que precisam ser realizadas por embaixadas e consulados.

Segundo o Diario Financiero, o proibição de investir em merchandising e outras despesas de publicidade. As assinaturas de jornais ou programas de computador, solicitadas, só se aplicam quando estritamente necessárias.

Na mesma linha, o Presidente ordenou a “eficiência hídrica e energética” nas sedes dos órgãos públicos.

Viajar para o exterior, enquanto isso, apenas ministros, chefes de serviços e subsecretários podem fazê-lo.

De acordo com os meios de comunicação mencionados, além disso, se alguma organização precisar renovar um veículo, deve favorecer a compra de qualquer emissões zero.

Por fim, as instruções especificavam que todos os órgãos públicos devem reembolsar ao Tesouro os saldos em excesso que eventualmente tenham em suas contas; e definir um salário bruto de $ 5.264.000 para consultores seniores contratados mediante pagamento de honorários.

Em março do ano passado, o Tesouro junto com a Boric já havia entregue uma circular com instruções semelhantes. Na ocasião, “regras de austeridade e transparência na contratação de pessoal”.

Foi também aludido que para mitigar qualquer desconfiança do público era necessário “estar atento aos flancos que o atual regulamento deixa”.

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