Cartinha da Massa – Hora de carregar água na peneira, vale 2023Jogada 10

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Desde a vitória contra o Emelec no dia 02/07, o Galo vem apresentando declínio técnico absurdo. De lá para cá, foram 13 partidas, 5 derrotas, 5 empates e 3 vitórias, com 35,89% de aproveitamento.

Na memória recente, os três últimos triunfos contra Emelec, Botafogo e Coritiba. Em nenhum deles com bom futebol, apenas lampejos e diante do resultado, alívio.

Cuca ainda busca a retomada

Após seu retorno contra o Internacional no Beira-Rio, diante de uma acachapante derrota, Alexi Stival percebeu que mesmo “sabendo mexer o doce” não seria fácil. E não está sendo mesmo. O elenco que mantinha conexões, links e solidariedade coletiva na campanha passada está “esfarelado”. Não há um jogo sequer que o Galo da Massa tenha regularidade de ações por mais de 60 minutos.

Desde a volta de Cuca, o Galo soma 21 pontos disputados e obteve apenas seis, com 28,57% de aproveitamento. A defesa de Stival que ano passado teve média de 0,69 gols sofridos/partida, desde o seu retorno tomou 10 tentos em 7 pelejas, uma média de 1,43 gols sofridos/jogo. No ataque, o cenário que poderia compensar e equilibrar, não muda para melhor. Se no ano mágico de 2021 a média se aproximava de dois gols por jogo (1,81), neste instante o técnico emblemático do Galo ainda não achou a formação que faça as redes balançarem. Nos sete jogos comandados pelo técnico campeão da América, apenas em seis oportunidades o Galo marcou. Ou seja, uma média (0,85 gols/jogo) inferior a um gol feito por partida. Além disso, Hulk que marcou no fim de semana contra o Coelho estava há quatro jogos sem “brocar”.

A Massa quer ver Cuca dando um jeito no time e ‘salvar 2023’ – Reprodução/TV Galo

Carregar água na peneira para o elenco com rapadura mole e bilhetinho

Sem jogar a Copa do Brasil, fora das semifinais da Libertadores e cada vez mais distante do G4, ao Atlético faltam 14 rodadas do Brasileirão para salvar 2023. Além de estar fora do centro financeiro do país e, altamente necessitado dos sucessos esportivos, só cabe ao Alvinegro uma alternativa: carregar “água na peneira” com rapadura mole, maçã sem casca, dizendo aos atletas:

Amorzinhos, joguem por favor, está tudo em dia, mas com empréstimos, está doendo no bolso. Sem Libertadores em 2023, estaremos sem orçamento e com queda de venda de jogos na TV, sem receitas de bilheteria. O Galo na Veia vai cair em números, a Arena vai ser inaugurada na “Sula” e nem o Rubélio, caminhoneiro, vai querer este cenário com a Sula rainha. Joguem, Gracinhas, por favor, com amor e bilhetinho. Já temos premiação combinada, contamos com a vossa doce e comprometida colaboração

É com inteligência, para remodelar em 2023, observando quem quer sair e quem quer ficar, sem loucuras populistas ou ações intempestivas que a diretoria do Atlético precisa agir. Simultaneamente, pensando nos 14 jogos finais e, ao mesmo tempo, anotando quem vai embora, e quem deseja e merece ficar no Galo de 2023.

Assim…

Por ora, não é hora de gritos. É momento de carregar água na peneira e levar uma bala doce no bolso, para 2023 este mesmo bolso não vazio ficar. E se puder, por favor, decida a permanência do Cuca e de quem tomará conta dos projetos sociais dele no Paraná. Mas não dá para repetir cenas do passado. Não sendo o treinador campeão do Triplete a estar na Cidade do Galo no ano vindouro, por obséquio, é preciso desatar os nós e, assim, programar o próximo ano.

Atenciosamente,

Massa do Galo

*Este texto não reflete, necessariamente a opinião do Jogada10

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