Condenado a 18 anos de prisão por assassinar um homem e despejar o corpo de um aterro

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  • A justiça andaluza condenou o arguido por matar a tiros outro homem, com quem se hospedou e que levou de carro com uma pessoa não identificada a uma zona desabitada para cometer o crime.

  • Consideram provado que o homem, de nacionalidade búlgara, planeava acabar com a vida da vítima.

EUROPA PRESS/MÁLAGA Público de Málaga foi condenado a uma pena de 18 anos e oito meses de prisão um homem por matar a tiros outro, aquele com quem ficou e aquele que levou de carro com uma pessoa não identificada a uma área desabitada na cidade de Istán, em Málaga, para cometer o crime, após o que ele jogou o corpo em um aterro.

A sentença é proferida após um veredicto de culpa emitido por um júri popular e declara provado que o arguido, de nacionalidade búlgara, planejado com pelo menos um outro homem não identificado para acabar com a vida da vítimautilizando para isso duas armas curtas que não foram encontradas.

Para isso, a frase diz: eles marcaram um encontro com o homem por um dia em outubro de 2019 em frente a um clube de tênis em Istán (Málaga). O arguido dirigiu-se ao local onde o esperava o outro homem não identificado desde o apartamento onde se encontrava alojado na localidade de Málaga de Marbella. Uma vez o vítima No ponto combinado, os três saíram no veículo em que o réu chegou junto com o outro e seguiram em direção a Istán, conforme a resolução; mas ao chegar a um ponto desabitado, eles saíram da estrada, pararam o veículo e dispararam contra o homem.

Os tiros causaram lesões na cabeça, tórax e abdome da vítima, embora tenha sido principalmente o traumatismo craniano que causou sua morte muito rapidamente; além do fato de que “não teve possibilidade de se defender do ataque com duas armas de fogo sem possibilidade de fuga”, indica a Corte. A seguir, diz a sentença, o arguido e o outro empurraram o corpo do homem pela encosta junto à vala, de modo a que fosse escondido na florestae retornou ao apartamento a bordo do veículo.

Por estes factos, o arguido por crime de homicídio é condenado a 17 anos de prisão desde indemnizar o companheiro da vítima em 130.000 euros e 150.000 euros por cada um dos dois filhospor danos morais e pessoais e patrimoniais.

Da mesma forma, ficou provado, de acordo com o júri e o Tribunal, que o réu “não tinha autorização administrativa ou guia para pertencer às referidas armas”, indica a sentença, pelo que, além disso, também é condenado por um crime de posse ilegal de armas condenado a um ano e oito meses de prisão. Os júris levaram em consideração para o veredicto as imagens de diferentes câmeras de segurança, bem como os relatórios periciais dos investigadores e da autópsia. Esses testes serviram para demonstrar, segundo o Tribunal Popular, o planejamento do crime.

Assim, a resolução indica que o conjunto de ações praticadas pelo réu, como inspeção locais prévios, organização de marcações portando armas de fogo, posterior limpeza e eliminação de testes e saída do país às pressas“denotam que o crime foi perfeitamente organizado e executado.”

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