Galo quebrando rótulos e consolidando o tripé do sucessoJogada 10

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Finalizada a vigésima quinta rodada do BR21, o Atlético tem inúmeros motivos para sonhar com seu bicampeonato.

Ao longo do tempo, o Galo “comprou” alguns números históricos como eternos, mas em 2021, um tripé com três pilares consolida o momento. Abaixo, apresentamos dados relevantes que fazem do alvinegro um time cada vez mais consistente e candidato ao Brasileirão.

Atlético vence o Ceará e segue  liderando com folga o Brasileiro- Pedro Souza / Atlético

O TRIPÉ DO SUCESSO

1 – Poucos gols sofridos
Líder desde a rodada 15, o time de Cuca apresenta evidências de que os discursos simplistas estão fora do contexto do Galo de 2021. Historicamente, o vingador de Minas Gerais fazia muitos gols, mas também sempre sofria muitos tentos. Porém, na atual temporada são:

– 32 gols sofridos em 57 partidas, média de 0,56 por jogo, ou quase um gol a cada duas pelejas;
– No Brasileirão o Galo tem a melhor defesa, tomou 16 em 24 partidas.

2 – Visitante inóspito
Outro “logotipo” comprado como eterno, apesar da relativa veracidade ao longo dos tempos, foi de que o Atlético sempre foi um time muito forte em casa e muito dependente da sua torcida, por isso ia mal nos confrontos fora de seus domínios. Talvez, a pandemia que tirou público dos estádios e a necessidade de sobreviver, aliadas ao bom trabalho de preparação física, técnico e analistas de desempenho, tenham mudado o conceito Galo de aceitar a tal “tradição” de não ser bom visitante como uma mística do “sempre será assim”.

– Fora de casa, até a presente data, o time de Cuca é o melhor visitante. Em 13 partidas conseguiu 25 de 39 possíveis. Foram sete vitórias, quatro empates e duas derrotas, obtendo 64,10% de aproveitamento fora de seus domínios.

3 – Sem ser sofrido pode ser Galo?
Ao longo da trajetória de títulos e conquistas, raramente o Atlético teve facilidades. Algumas amostras disso se deram nas épicas conquistas da Libertadores 2013 e Copa do Brasil 2014, que mais pareciam produções cinematográficas em função do roteiro atleticano de limite extremo das emoções.

Porém, com os pilares básicos do tripé (defesa consistente e visitante “indigesto”), talvez o único que falte ser consolidado seja o do eterno leiaute de lata de óleo:

“Se não for sofrido, não é Galo”

Consistente na defesa, dono da imposição técnica e tática na maioria dos jogos, tirar da torcida o estereótipo romântico do sofrimento sem necessidade pode ser mais uma libertação. Quebrar o “encanto” para a Massa ser feliz, talvez, seja um recado:

Sofrer faz parte da vida, mas que seja quando inevitável.

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*As opiniões contidas nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do site Jogada10

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