Pailita responde a Carabineros após detenção: “Sofri uma atitude violenta, tanto física como verbal” | televisão e programa

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Através de suas redes sociais, o cantor chileno Pailita deu sua versão dos acontecimentos após ser preso esta manhã em um controle policial de Carabineros. Em seu relato, o artista afirma ter sido agredido por policiais uniformizados.

Através de uma declaração pública, a cantora urbana pailita deu sua versão dos fatos após ser preso na madrugada desta segunda-feira após protagonizar uma discussão com carabineiros na estrutura um controle de veículo.

“Assim que foi feito o controle policial, Sofri por parte daqueles que realizaram tal controle, uma atitude violenta, tanto física quanto verbalpor parte dos referidos responsáveis, aos quais respondi que não era admissível ser desrespeitado desta forma, tal situação escalou para discussão”, lê-se num dos trechos do comunicado.

“Assim e sem qualquer provocação, fui detido no referido procedimento recebendo agressão física e a partir daí solicitei a quem me acompanhava a necessidade de registro (sic), como forma de defesa contra o tratamento que vinha recebendo dos policiais”, acrescenta o texto.

De acordo com a história de Carlos Javier Chuva Pailacheonome verdadeiro de Pailita, o músico não resistiu à detenção, ocorrida esta manhã no bairro Bellasvista (comuna de Providencia).

“É necessário mencionar que apresentei em todos os momentos em que atuei como policiais, bem como realizei testes voluntariamente para determinar se eu estava dirigindo sob a influência de álcool, que saiu negativodetalhes.

“Quanto à documentação, tanto do condutor quanto do veículo que conduzia, estava em dia e em ordem, e fui autuado por infração de trânsito por dirigir com a placa dianteira dentro do veículo, infração que aceito e pagarei no Juízo da Polícia Local como é meu dever”apontar.

Pailita: “Nunca tinha passado por esta situação, nem tive qualquer tipo de altercação com a lei”

“Expresso enfaticamente o meu total respeito pela lei e ordem e pelas autoridades de segurança, porém, nesta situação, desde o início do procedimento dirigiram-se-me com insultos e maus tratos, o que me causou absoluto aborrecimento e desconforto (…). A minha conduta impecável e o grande número de interações que tenho tido com a polícia, provam isso, pois nunca tinha passado por esta situação, nem tive qualquer tipo de altercação com a lei”, acrescenta o músico.

“Quanto à minha situação processual, hoje está aberto um processo pelo prazo de 60 dias, que o Tribunal de Garantia estabeleceu como prazo prudente para o desenvolvimento e desfecho da referida investigação, que aguardo pacientemente, com a absoluta tranquilidade de não ter cometido qualquer crime”, acrescenta.

Já no final do depoimento, Pailita sublinhou a sua inocência sobre os factos que lhe são imputados. “Quero esclarecer que em nenhum momento houve agressão física de minha parte aos dirigentesconforme erroneamente afirmado por alguns meios de comunicação, para os quais a equipe jurídica está gerindo as ações para solicitar as câmeras instaladas no local, tanto privadas quanto públicas, para que possam ver e perceber como realmente foram as coisas”.

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